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sábado, 21 de abril de 2012

Um lugar ao sol


Saí cedo e fui trabalhar numa casa de familia, trabalhei o dia todo. No fim da tarde , chegou um caminhão de lenha e a senhora da casa olhou para mim e disse: "Pegue esta lenha e a ponha para dentro do quintal". Só que era muita lenha, mais não tinha outro jeito, colocava os troncos de lenha no ombro, e ia conseguindo com a força de Deus , fazer o serviço. Já era noite, quando cheguei em casa. Só tinha dez anos de idade, fui direto para cama. No dia seguinte as minhas costas estavam sangrando e minha mãe, Benedita Velloso, olhou indignada para minhas costas e me disse: Você nunca mais irá voltar para trabalhar naquela casa , mais mesmo assim fui trabalhar. As duas filhas da dona da casa que eu trabalhava, estudavam no colégio em Brasópolis, fiquei olhando e queria muito estudar, mais era muito difícil, as duas meninas riram de mim e eu saía chorando de lá , nunca mais voltei. Não podia estudar, então fui trabalhar em uma fábrica de tecidos. Era Getúlio, todos tinham que trabalhar. A situação era crítica e triste.
A vida foi dura pra mim, mais estava sempre alegre com tudo que me acontecia.

No Próximo conto como cheguei até a fabrica de tecidos para trabalhar.

Agente não nasce mulher...
...torna-se mulher!!!

Simplesmente Maria.

Um sopro de ternura de uma mulher

Esta é uma história é verdadeira. Tudo que escrevi até o dia de hoje aconteceu comigo, mas não posso falar tudo porque não quero entristecer meus filhos e netos.


Numa noite triste de 15 de outubro de 1984, levei meu marido para o hospital as 3 da madrugada, só que ele tinha sofrido um derrame cerebral. Os dias no hospital foram longos e sofrimentos também, para ele e para mim e os filhos. Esses, foram dias longos e depois de dois meses o médico disse que ele não poderia fazer mais nada, já tinha feito o que podia.Ele me disse que tinha que levá-lo para casa e assim fiz. Nesses meses que fiquei com ele no hospital aprendi como ia cuidar dele, mais não consegui uma cama especial para ele, tinha que ser alta , não consegui nem no hospital e nem no quartel. Mas graças a Deus, ele ficou em uma cama normal, só que para cuidar dele eu tinha que ficar muito tempo de pé e ele ficou totalmente dependente de tudo. Para comer, tinha que ter uma sonda para fazer xixi também e as sondas eram trocadas todos os dias. Fraldas, não tinha dinheiro para comprar, eram pedaços de panos lavados todos os dias, para estar sempre limpo.

Nunca em minha vida tinha dado banho em um homem, mais era como se fosse uma criança, sem noção de nada, não sei de onde veio tanta força para cuidar dele, quando ele estava barbudo, eu fazia a sua barba. Até 10 horas da manhã ele estava preparado para tomar seus remédios . No quarto havia uma janela bem larga que entrava um vento bom e gostoso. A minha cama ficava perto da dele, quando ele precisava de mim, ali estava eu, de dia e de noite, todo dia era a mesma rotina, cuidar dele como se fosse uma criança, e assim foi nove meses. Eu não tinha dinheiro para nada, nem para comprar um colchão pois ele tinha feito dívidas e eu precisava pagar os credores que me cobravam constantemente, mais graças a Deus dei conta e paguei tudo.

No dia 6 de setembro às nove horas da manhã, estava frio esperei ele acordar para dar um banho, mais nesse intervalo, peguei a bíblia e comecei a ler, era no livro de Isaías 54, li mais não compreendi a razão.Levantei da cadeira e fui dar banho nele. Quando cheguei , ele estava chorando e olhava para mim. Nesse momento ajoelhei junto de sua cama e conversei com ele(ele não enxergava mais ouvia)e chorava muito. Pedi perdão e agradeci a Deus por Ele ter me dado forças para eu cuidar dele. Limpei suas lágrimas e o beijei, ele deu o primeiro suspiro, o segundo, e o terceiro partiu. Como uma criança agradecida, chorei e chorei mais de uma hora. Depois peguei o telefone e avise minha amiga Magali, ela veio e me consolou .Aí começou o mais dificil, era levar ele para sua terra natal.Pedi para que os oficiais da 11ª CSM. Assim aconteceu: Eu e Marilene,bem menina, levamos ele, a viagem foi longa e triste. Quando nós chegamos em itajubá eram 10 da manhã do dia 7 de setembro. O desfile dos soldados era como se fosse para ele. O clarim tocou e se fez silêncio para sempre. Morreu um grande soldado, no dia 7 de setembro de 1985. Assim foi sua vida de trabalho nos quartéis: " Juiz de Fora, Itajubá, Goiás, Pires do Rio, Natal,Lages, Terezina capital do piauí e Picos e finalmente Belo Horizonte.

Laços de morte me cercaram, não tive nem sequer quem me estendesse a mão, os que vinham, era pra me destruir, como numa selva, era a presa, mais Jesus veio ao meu encontro e acabou com todos que estavam me torturando. Então pude compreender que a força de Deus estava comigo. Quando você ler isaías 54, irá me dar razão. O que Deus pode? O tempo de tristeza já passou, hoje posso dizer que Jesus é meu melhor amigo. Meu amigo importante é Jesus, ele sim. As pessoas que não entendem a palavra de Deus, ficam questionando tudo. Que casa linda ela tem! Carro Importado? Mais elas não sabem que eu renunciei tudo para agradar a Jesus. Aí esta minha vitória.

Muito cuidado em apontar seu dedo para alguém, muito cuidado, as aparências enganam. Cuidado com suas palavras, porque com certeza elas voltarão pra você. Eu mesma Nazareth, nas minhas dificuldades, coloco minhas mãos na minha cabeça digo: Força de Deus vem sobre mim e minha família. não tenho segredo. Primeiro é obedecer em tudo e ler isaías 54. Todo aquele que obedece é meu filho amado, diz o senhor. Se eu tivesse largado a minha própria sorte, teria sido presa do mal imediatamente. As pessoas levantam contendas, mais o que confia no senhor prosperará. PV 28-25

De certa forma parece ser uma contradição, mais a verdade é que aquele que anda humildimente, anda no poder de Deus. O segredo do senhor e para os que o temem. Eu Nazareth sou coluna de minha casa, o inimigo quis derrubar mais não conseguiu. Não tenho um caminho novo, o que tenho de novo é o jeito de caminhar com Cristo.

sábado, 31 de março de 2012

A MULHER E OS TRÊS HOMENS

A mulher e três homens



Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu.

Ela disse: Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo.

O homem da casa está ? Perguntaram.

Não, ela disse, está fora.

Então não podemos entrar. Eles responderam.

À noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu.

Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar.

A mulher saiu e convidou-os a entrar.

Não podemos entrar juntos. Responderam.

Por que isto ? Ela quis saber.

Um dos velhos explicou-lhe : Seu nome é Fartura. Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou:

Ele é o Sucesso e eu sou o Amor.

E completou : Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa.

A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse:

Que bom !

Ele disse : Neste caso. vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura.

A esposa discordou : Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?

A cunhada deles ouvia do outro canto da casa.

Ela apresentou sua sugestão : Não seria melhor convidar o Amor ? Nossa casa então estará cheia de amor.

Atentamos pelo conselho da nossa cunhada. Disse o marido para a esposa.

Vá lá fora e chame o amor para ser nosso convidado.

A mulher saiu e perguntou aos três homens : Qual de vocês é o amor ? Por favor entre e seja nosso convidado.

O amor levantou-se e seguiu em direção à casa.

Os outros dois levantaram-se e seguiram-no.

Surpresa a senhora perguntou-lhes: Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?

Os velhos homens responderam juntos : Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele.

sexta-feira, 23 de março de 2012

OS TRÊS CONSELHOS

Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:
"Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu Serei fiel a você".
Assim sendo, o jovem saiu.
Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto foi o seguinte: "me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora.
No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho".
Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:
"Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa". O patrão então lhe respondeu:
"Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
-- Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta".
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:
"QUERO OS TRÊS CONSELHOS".
O patrão novamente frisou:
"Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro".
E o empregado respondeu:
"Quero os conselhos". O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
" Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
"AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa".
O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.
Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:
"Para onde você vai?" Ele respondeu:
"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, e você chega em poucos dias".
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se.
"Pagou" a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho.
Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido.
O hospedeiro: e você não ficou curioso?
Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu:
VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.
Depois de muitos dias e noites de caminhada... já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no seu colo, um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.
Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse:
- "NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas nos olhos lhe diz: - "Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela espantada lhe responde: - "Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos.
Ele então lhe perguntou: - "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
E ela lhe disse: - "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO.
Quando você foi embora, descobri que estava grávida.
Hoje ele está com vinte anos de idade".
Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.
Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação.
Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois...
Espero que você, não se esqueça desses três conselhos e não se esqueça também de CONFIAR (mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).


domingo, 29 de janeiro de 2012

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ESTE ANO... VAMOS SER FELIZES?



Quando nos levantamos, nós temos duas opções: sermos felizes ou infelizes. Eu que não sou boba, prefiro a primeira alternativa: ser feliz, contar coisas alegres. Como ser feliz é simples... Se você fizer outras pessoas felizes, sabendo perdoar as coisas do dia-a-dia... Oro todos os dias para fazer felizes aos que estão perto de mim, ou quando saiu para algum lugar, tenho preocupado em proporcioanar esta felicidade. Muitos vão dizer que isso é impossível... Não tenha medo de ser feliz, com você e com os outros.

Todo dia um senhor com seus oitenta (mas sábio),gostava de ficar na praça contando seus "causos". Todos perguntavam, como ele naquela idade, era tão feliz. Ele com seu chapéu, levantava o rosto e dizia:"Olha moço É muito simples... Trabalhei muito na roça, para que você estudasse. Hoje você estuda e eu conta as estórias. Grande coisa! O moço disse. - Mas voce, já comia do meu arroz e feijão que eu plantava. O rapaz disse:" Mas eu sou doutor hoje.
O moço com um cigarro na mão, fumava sem parar...
- Só tem uma coisa! Você já deve estar com seu motor estragado, e o meu continua novo. Este cigarro vai ti matar e você não vai ter tempo de contas as suas estórias. A vida é assim. Larga esse vício, que você vai ter uma vida boa, com saúde, e se você não tiver alegria, seus dias estão contados. Quando você acordar, você tem duas opções: ser feliz ou onfeliz. Eu prefiro a primeira. Você moço, diz que é "doutô", mas não sabe que o mais importante é ser humilde de espírito?

sábado, 5 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

DITADURA A MODA PETISTA 07 de setembro de 2011

O corrupto médio despreza o pequeno corrupto e inveja o grande corrupto.Este dificilmente trabalha sozinho, tem equipes em que economistas e advogados são peças fundamentais. Infiltram-se em órgãos públicos e especializa-se em atividades que vão de fornecimento de merenda escolar a serviços é (dizem) cosnstruções de estradas. É bem organizado o grande corrupto, sente-se um benfeitor por empregar bastante gente e usufluir sem remorsos, sua boa vida, pois acha que fornecer merenda estragada para crianças famintas ou colocar concreto mesmo que seja numa casa é apenas um negócio habilmente executado , não um ato sórdido(...)

O grande corrupto, não suja as mãos com mercadoria concreta, prefere a areia financeira, que

domina , manipula e coloca a seu serviço(...) Cínico ao extremo, tem discursos prontos sobre a

"Preguiça dos Brasileiros" e seus milhões acumulados em paraísos fiscais não lhe parecem ter sido sonegado aos miseráveis deste País. CPIs não concluidas, processos abertos e os culpados não são punidos: mas mesmo assim são cínicos ao extremo. Só há uma solução ! A mão de Deus sobre eles.


Sim plesmente Nazareth

Crianças famintas de amor.



A família pede socorro . De onde virá? Dos pais, da nação ou dos presídios?

A família está acabando e é muito triste ver famintos de amor, de segurança .

Apesar de sabermos que somos livres e que vale a pena esta liberdade, temos visto crianças se acabando nos vícios. É muito cruel ver que não tem culpados. Somos parte desta democracia petista e agora que vamos fazer? Esperar que haja justiça? Onde? Por onde começar ? Por Deus , onde há justiça e onde podemos confiar. Os evangélicos foram para ajudar a se próprio. Onde eles estão, na Igreja? Não os vejo. Ah! Sim ! Estão em Brasília no faz de conta, se fazendo de fiéis para os seus seguidores.



Simplesmente Nazareth.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A Princesa Obstinada


Poderoso e autoritário, o fazendeiro se achava o dono da verdade. Um dia, chamou sua única filha e lhe disse:

-Tudo o que eu tenho é seu, ou será. Como seu pai, determino o seu destino e, por isso, escolherei um bom noivo para você, um filho de uma familia poderosa, como a nossa, de modo que essa união aumente ainda mais a riqueza e o poderio das nossas familias. E quero que, até se casar, você se dedique inteiramente a esta fazenda, tendo-me total obediência.

A moça escutou em silêncio, pensou um pouco e respondeu:

-Pai, tenho pelo senhor todo respeito e admiração. Sou grata por ter vindo ao mundo como sua filha e por tudo o que aprendi com o pai e a mãe que tenho, mas não posso aceitar que o meu destino seja determinado pela sua vontade.

- Exijo que me obedeça ou deixarei de considerá-la como minha filha! - gritou o pai enfurecido.

- Pai, eu não vou me casar com alguém que nem conheço só porque o senhor mandou. Eu tenho outros planos de vida, quero... - respondeu a moça.

- Não quer nada, pois aqui quem tem querer sou eu! - gritou o homem.
No dia seguinte, expulsou a filha de casa e da terra onde viviam, mas para não ser criticado por ninguém, deu-lhe oficialmente uma terra para morar e trabalhar. Só que era um terreno totalmente inóspito: um charco pedregoso, impossível de se plantar, com um casebre caindo aos pedaços...e só. No casebre, a moça aprendeu, arduamente, a rachar lenha a capinar, e com suas economias, supria-se do básico para sua alimentação. Mas não se resignara àquela vida: começou a estudar uma forma de produzir alguma coisa naquela terra. Ao perceber que havia rãs no charco, pesquisou tudo o que havia sobre o assunto, em correspondência com uma biblioteca universitária da capital, e passou a dedicar-se à criação de rãs e escargots. Adaptou aos poucos o lugar enquanto ampliava a produção, e começou a pesquisar outras possibilidades além daquela. Um ano depois, sua produção lhe proporcionara o suficiente para manter-se confortavelmente, com a casa reformada. Dois anos depois, ela já mantinha contatos comerciais, pela internet, com vários países do mundo, negociando a exportação de rãs, de escargots e de maravilhosas orquídeas. Durante esse tempo, a fazenda de seu pai sofreu um duro revés. Depois de perder no jogo boa parte de suas propriedades, ele ficou sem recursos para investir: a fazenda estagnou, os recursos minguaram e as dívidas começaram a se acumular. Como sempre ouvia falar da prosperidade da filha, o pai resolveu visitá-la pela primeira vez naqueles dois anos de afastamento; foi lhe propor sociedade na fazenda, caso ela pudesse colaborar naquela " fase difícil que o seu pai estava atravessando", já que, afinal de contas, ela era sua herdeira. A moça o recebeu com gentileza e aceitou a proposta, com uma condição: dirigir todos os negócios da fazenda.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A HISTÓRIA DA ÁGUIA





A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.

Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!

Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um tapa com luva de pelica direto no coração

Certa vez, alguns alunos conversavam no fundo da sala. A professora de línguas

pediu silêncio, mas eles continuaram. Ela foi mais enfática, chamou a atenção de um

aluno que falava alto. Ele foi agressivo com ela. Gritou: "Você não manda em mim!

Eu pago para você trabalhar!" O clima ficou tenso.

Todos esperaram que a professora gritasse com o aluno, ou o expulsasse da classe.

Em vez disso, ela ficou em silêncio, relaxou, diminuiu sua tensão e libertou sua

imaginação. Em seguida, contou-lhes uma história que aparentemente não tinha

nada a ver com o clima de agressividade.

Contou a história das crianças e dos adolescentes judeus que foram presos nos

campos de concentração nazista e perderam todos os seus direitos. Não podiam ir

às escolas, brincar nas ruas, visitar os amigos, dormir numa cama quentinha e se

alimentar com dignidade. O alimento era estragado, e eles dormiam como se fossem

objetos amontoados num depósito. O que era pior, não podiam abraçar seus pais. O

mundo desabou sobre eles.

Eles choravam e ninguém os consolava. Tinham fome e ninguém os saciava.

Gritavam pelos pais, mas ninguém os ouvia. Na frente deles apenas havia cães,

guardas e cercas de arame farpado. A professora contou o que foi um dos maiores

crimes já cometidos na nossa história. Roubaram os direitos humanos e a vida

desses jovens. Mais de um milhão de crianças e adolescentes morreram.

Depois de contar essa história, a professora não precisou falar muito. Olhou para a

classe e disse: "Vocês têm escola, amigos, professores que os amam, o carinho dos

seus pais, um alimento gostoso na sua mesa, mas será que vocês os valorizam?"

Ela resolveu conflitos em sala de aula levando-os a se colocar no lugar dos outros e

a pensar na grandeza dos direitos humanos.

Ela não precisou chamar a atenção do aluno que a ofendera. Sabia que não

adiantaria corrigir seu comportamento, e queria levá-lo a ser um pensador. Ele ficou

em completo silêncio. Voltou para casa e nunca mais foi o mesmo, pois

compreendeu que tinha muitas coisas belas que não valorizava.

Pais e professores estão perdidos no mundo das suas salas. Os professores estão

confusos dentro da sala de aula. Os pais estão sem direção dentro da sala de casa.

Não podemos aceitar que o lugar em que os jovens menos aprendam experiências

de vida seja dentro desses dois ambientes.

Aprendam a dar tapas com luva de pelica no coração emocional de quem vocês

amam. Precisamos acordar nossas crianças e nosso jovens para a vida. O afeto e a

inteligência curam as feridas da alma, reescrevem as páginas fechadas do

inconsciente.



Texto de A. Cury



TRISTEMENTE...NAZARETH!

Educação, a solução para todos os brasileiros!


Será que eles pensam assim? A vinte anos moro no mesmo lugar e não vejo solução para a educação. Que políticos são esses, o futuro das crianças está nas mãos dos governantes. Que podemos esperar? Mais 30 anos sem solução?
É nas escolas que as crianças se comprometem de forma definitiva seu caráter e sua personalidade, que se forma basicamente até os sete anos de vida, da ausência dos pais que trabalham fora e que deixam seus filhos sem assistência, não tem acesso a rede privada de creches ou escolas. Não se pode esperar muito de um país que não dá a mínima para as crianças pobres do brasil. A criança que não conseguiu se manter na escola irá sim para as ruas, será um presa fácil para os marginais.
Seria um milagre os exemplos das nações que se desenvolveram estabelecendo primeiro uma base educacional sólida? A Alemanha reconstruiu-se após a destruição ocorrida nas duas guerras em função do nível de educação do seu povo. As bombas destruíram paredes das fábricas, mas as cabeças bem formadas de seu povo e gerações instruídas puseram o país de pé novamente.
O Japão é outro exemplo de cuidado na formação dos jovens. E nosso país não é nada diferente do resto do mundo. Primeiro temos que investir nos professores, depois nas crianças. Nosso esperado "País do futuro" jamais chegará se não cuidarmos dele. E o futuro começa hoje.
Por Deus, ajudem as crianças, ou seja, uma educação no seu sentido mais amplo para formar o cidadão válido, produtivo, consciente de sua liberdade, de sua responsabilidade, de seus direitos e deveres. Se isto não acontecer, será o fim do nosso BRASIL.

Este é meu grito de socorro para as crianças do Brasil e para os professores.

TRISTEMENTE...NAZARETH!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

SONHOS



Sonhei que ia em alta velocidade dirigindo meu carro.Estava procurando minha casa blanca, rodava sem parar e no momento a chuva estava forte, mas não tive medo pois sabia que estava correndo atrás do meu sonho, atrás da felicidade. Acontece assim, vivemos sempre atrás dos nossos sonhos e eu a procura da minha casa que não tinha fim. Já estava cansada de procurar, parei num lugar onde não havia ninguém, avistei uma casa e ao chegar perto , perguntei onde ficava minha casa blanca, ninguém sabia me responder. Continuei minha procura, sem sucesso , fiquei muito triste. Gostaria que este sonho nunca terminasse , rodei mais de uma hora, parei perto de um telefone , não tinha com quem falar, fiquei toda molhada, frio e neblina , não consegui encontrar minha casa, queria dormir e não acordar mais. Era um sonho e logo iria acordar para a realidade.



Sei que os sonhos são lindos, mas o meu não foi. Havia tantos tropeços, pedras no caminho. Percebi que fui enganada no meu próprio sonho. Haviam muitas curvas na estrada de Santos, nada acontece por acaso. O importante é que na realidade , a casa blanca existe e também existe a possibilidade de sempre amanhecer lá .






Simplesmente Nazareth

A DEMOCRACIA É COMO O AMOR



A democracia é como o amor, não se pode comprar, não se pode vender,não se pode decretar e não se pode propor. A deocracia só se pode viver e construir, por isso, ninguém pode nos dar a democracia.



A democracia é uma decisão que é tomada por toda uma sociedade de construir e viver uma ordem social, onde os direitos humanos e uma vida digna possa ser possível para todos.

A democracia não é um partido político, não é uma ciência e nem uma religião. A democracia é uma forma de ver o mundo , é uma cosmovisão , que parte do suposto de fazer possíveis e cotidianos os direitos humanos. Uma vida digna para todos é o que justifica todas as atividades de uma sociedade política, econômica, cultural, financeira, educativa e familiar, em outras palavras " Exercer a democracia é ser ético" . A ética é a capacidade de criar e escolher uma forma de viver que consista em fazer possível uma vida digna para todos e construir a liberdade e a autonomia da sociedade aceitando como seu fundamento essencial , a diversidade e a diferença.


Bernardo Toro


Simplesmente Nazareth

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pés Descalços!!!



Se eu pudesse voltar atrás na minha vida eu trataria de cometer mais erros, não tentaria a perfeição, relaxaria mais. Seria mais tola, correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais, subiria uma montanha, nadaria em mais rios, iria a mais lugares que nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha. Teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que vivia sendo sensata e produtiva cada minuto da minha vida. Claro que tive momentos de alegria mas, se pudesse voltar atrás, trataria de ter somente bons momentos porque se não sabem, disso é feito a vida, de momentos.
Não perca o agora. Eu era dessas que nunca ia a parte alguma sem um guarda-chuva, viajaria mais leve. Andaria descalço na primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na rua, contemplaria mais o amanhecer, brincaria mais com as crianças. Se tivesse outra vez em minha vida seria mais generosa com as pessoas que amo. Teria tomado mais chuva de verão, daria mais risadas, seria mais alegre.

O mais importante, fui uma menina que fez tudo o que gostava, ler para mim, é como se estivesse viajando...
Gostei de como vivi. Os erros fazem parte da minha vida.

Ontem foi 31 de março, o meu aniversário. O ano começa aqui?

Felicidade para todos! Amigos, irmãos distantes e filhos.

Com saudade...

"NAZARETH"

terça-feira, 29 de março de 2011

Nascer, crescer e envelhecer!



1 ano: Primeira conquista ,andar é uma vitória.
4 anos: Deixar de fazer xixi na cama.
14 anos: Primeiros amigos. Como é bom fazer amigos, é uma experiência linda pra você Jovem;
18anos: Talvez a experiência mais gostosa, tirar carteira;
20 anos: Fazer amor, mais só quando estiver casado;
30 anos: Ganhar muito dinheiro;
40 anos: Ganhar mais dinheiro;
50 anos: Descobre que o amor é mais importante;
60 anos: O amor é mais e mais importante
70 anos: Renovar sua carteira é uma vitória;
80 anos: Voltar a fazer xixi na cama;
90 anos: Voltar a ser criança.

A vida tem um começo, meio e fim. Mais a melhor época é quando se tem 1 ano. Aos 20 a vida é um máximo. Aos 90 voltamos a ser criança, o começo não é igual ao fim???

quinta-feira, 24 de março de 2011

A cigarra que adorava cantar!!!




Dona formiga nunca se interessava pelo canto da cigarra pois estava sempre trabalhando. Seu único interesse era o seu ofício. Estava sempre recolhendo pedaços de folhas, resto de frutas e assim ia estocando os alimentos na enorme toca que havia construído. Quando algum animal comentava com Dona formiga sobre o canta da cigarra a formiga respondia com desdenho: -Ela deveria estar trabalhando em vez de cantar. A música nunca alimentou ninguém. Quero ver como ela vai se alimentar quando o inverno chegar.
O inverno então chegou rapidamente e com ele o pior frio dos últimos tempos. Os alimentos ficaram escassos e o frio começo a prejudicar sua saúde, a cigarra percebeu o perigo que corria e dirigiu-se a toca da formiga: - Dona formiga, sinto muitíssimo em incomoda-la mais estou com fome, frio e como a senhora é a mais rica da floresta, peço a sua ajuda A formiga responde: -Não acho correto dividir o meu teto com você que não trabalhou, você acha bonito passar a vida a cantar, aprender a dançar. A cigarra: - Mais eu sempre cantei para alegria dos animais que estão trabalhando com minhas músicas, alimentando com meus próprios sonhos.
A formiga: - Não me venha falar de sonhos. Se você não trabalhou não tem comida, e por favor vá embora.
A formiga entrou para sua toca. A cigarra voltou cabisbaixa e triste, até a floresta decidida a cantar, cantar até o último dia de sua vida. Cantou uma música triste e profunda. A formiga ficou triste por ter maltratado a cigarra e então saiu de sua toca para descobrir de onde vinha aquela voz triste. Então a cigarra ao ver a formiga se perguntou: - Que sádica, a formiga veio para ver meu triste fim? A formiga então ouviu e respondeu: - De jeito nenhum cigarra, eu vim pedir desculpas, estou disposta a lhe dar abrigo e alimento até o inverno passar. A cigarra com vergonha respondeu: - Mais você tem razão, eu nunca trabalho então não mereço. A formiga com compaixão disse: - O seu canto enche o coração dos animais de alegria e felicidade.
Assim, ambas foram a toca da Dona formiga para passar o inverno juntas, e assim foi durante o resto da vida, tornaram-se amigas. Enquanto a cigarra cantava, Dona formiga trabalhava. Os animais sempre felizes com o canto da cigarra e a formiga reconheceu que sem a voz da cigarra não haveria alegria na floresta.

Assim somos, nós queremos tudo, mais muitas vezes não fazemos nada para alegrar alguém que amamos. Mais esta é a hora de pedir perdão como fez a Dona formiga. Um sorriso muda muito. Um obrigado, um bom dia, uma pergunta de como você vai?, que café gostoso, vamos tomar café juntos nesta manhã tão linda.

Obrigado

segunda-feira, 21 de março de 2011

As belas lendas!



Ela ficou pensando por alguns segundos se estaria disposta a ler naquele momento, todavia, na falta de melhor opção, acabou abrindo em uma página qualquer. A página escolhida continua um pequeno texto com o título em letras douradas: A fênix
Assim era o texto na página:
Na mitologia egípcia, havia uma ave que tinha o mesmo tamanho de uma águia, mais que dela se diferenciava por possuir olhos que brilhavam como as estrelas, penas douradas na crista e o pescoço cor púrpura e seu corpo também, plumas brancas na cauda, essa era a fênix. A fênix podia viver até mil anos e conseguia pressentir o momento exato da sua morte. A véspera do seu último dia de vida, ela construia o seu próprio túmulo, que era um ninho confeccionado com folhas secas perfumadas. Ao final do seu trabalho ela aconchegava-se nesse ninho e entoava melodias tão belas quanto tristes evidenciando toda a sua melancolia que lhe atormentava a alma. Quando chegava o momento de deixar este mundo, restando apenas um sonho de vida, ela começava a movimentar as asas e agitar todas as plumas do corpo, refletindo a luz do sol sobre os gravetos secos e provocando um enorme e magnífico incêndio em seu ninho. Em poucos minutos tanto o ninho como também a exuberante fênix ardiam em fogo, transformando-se em brasa viva e depois em cinzas. Quando, porem, o fogo se apagava e a última centelha se extinguia, de repente emergia do leitos das cinzas uma nova fênix, muito mais forte, jovem e esplendorosa que sua antecessora, contendo a mesma sabedoria milenar da antiga, consolidando a certeza que não era uma ave distinta, era sim a mesma ave que tendo jogado toda tristeza da sua alma no fogo. Conseguiu renascer das cinzas do seu passado, de maneira espetacular para uma nova vida.

Sim, com todo sofrimento nós conseguimos sair das cinzas e das tristezas. Não sei se é triste, mais a vida é assim.

Tristemente, NAZARETH...

Esta história é só uma lenda. Receba Jesus no seu coração com seu salvador e você terá vida eterna. Jesus é a vida eterna.